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A Decomposteira Doméstica

Poluição do ar para animais, plantas e patrimônio

A Agenda 21-Local

Cemitérios

A Educação Ambiental

O Homem Urbano

Ar e água se misturam

PET

O clima influencia na qualidade do ar

A Ética na Engenharia

O destino do óleo de cozinha usado

Os elementos essenciais

O triturador de pia

A água doce é rara

A voçoroca

A agressão ambiental

A oxigenação das águas

O aumento da densidade industrial

Drenagem de águas pluviais

Educação Ambiental em sentido amplo

A árvore

Agenda 21-Local – O Grande Fórum

Os pós que respiramos

Agenda 21

Fralda de pano ou fralda descartável

Agenda 21-Local é preciso entendê-la

A camada de Ozônio

Análise Preliminar de Riscos

O consumo de água doce

Lixões e Aterros Sanitários

Um rio

Avaliação do Impacto Ambiental

Biodiversidade

Dar folga à Natureza

Produzir recuperando

Direito Ambiental

Quebra do ciclo natural

Ecossistema Industrial

Águas aparentemente inofensivas

Enchentes urbanas

Um resquício de Mata Atlântica

Transgênicos

A Norma Verde

Guerra pela água

Importância do Oxigênio na água

Lixo – Outros costumes

Demanda Bioquímica de Oxigênio

Mata Ciliar

Patentes

Participação popular em novos projetos

Ecossistema

Materiais essenciais

Lixo Doméstico

O meio ambiente e as indústrias

Explosão demográfica

Biodiversidade ameaçada

Conhecer a Natureza

As diferenças de padrões econômicos

A fumaça negra

Termelétrica a carvão importado

Tratamento dos esgotos nos municípios

Laudo pericial

Espaço vital

Resíduos complicados

Recursos Ambientais

Crime ambiental

Coleta seletiva

Dioxina

O Habitat

Os 3 R’s

Empresas que se esforçam

Preservem a Árvore

A Mídia às vezes desinforma

Baía de Guanabara ou Rio Paraíba do Sul

Educação Ambiental desde a base

Selo Verde

Os esgotos são maléficos

Análise Preliminar de Riscos

A família dos CFC'S e o Bromo

A graduação na engenharia ambiental

BR 364

O Controle das Fontes de Poluição

Como o ar se polui

O engenheiro e o meio ambiente

Os efeitos da poluição do ar no homem

O empresário e os custos do controle ambiental

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A DECOMPOSTEIRA DOMÉSTICA

    Um biólogo de Volta Redonda, depois de mais de dez anos de pesquisas, desenvolveu e começa a divulgar sua decomposteira doméstica que dá um destino mais nobre ao lixo orgânico que todos os dias jogamos fora em nossa cozinha e que, daqui a pouco, será enterrado para sempre nos lixões e aterros sanitários. Falamos nobre, visto o reaproveitamento das características orgânicas para outras funções orgânicas, como um excelente composto que serve para enriquecimento do solo a ser plantado. Maiores detalhes, veja Artigo com o título "A Decomposteira Doméstica"  ou escreva diretamente para o Biólogo Luiz Toledo de Sá - Rua 7, no 16 - Conforto - Volta Redonda - RJ - CEP 27262-090.

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A AGENDA 21-LOCAL

    A Agenda 21 foi, durante a ECO-92 no Rio de Janeiro, um dos grandes compromissos assinados pelos chefes de Estado de mais de setenta países, onde se colocaram as teses do Desenvolvimento Sustentável. Para tornar possível a implantação da Agenda-21 por todo o Planeta, foi idealizada a Agenda 21-Local, que deixa a cargo dos municípios debaterem com suas sociedades o que é importante para a melhoria da qualidade de vida dos munícipes, no tripé econômico-social-ambiental. Na Agenda 21-Local cabe aos próprios munícipes, através dos representantes de suas entidades, definirem as prioridades e como deverão ser as atuações para colocar em prática essas prioridades. O Poder Público Municipal, através do Executivo e Legislativo, participa como parceiro. A iniciativa de implantação da Agenda 21-Local é do prefeito Municipal. Outros detalhes, veja os artigos com os títulos: "Agenda 21", "Agenda 21 - Local, Avançando", "Agenda 21- Local - É preciso entendê-la", "Agenda 21 em Volta Redonda" e "O Grande Fórum".

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A EDUCAÇÃO AMBIENTAL

    Esforços isolados vêm sendo realizados em todas as partes para levar às populações ensinamentos de como preservar o meio ambiente. Todas as iniciativas são válidas. Todavia, o que ensinar, como e a quem, formam um conjunto de procedimentos que carece de uma sistematização. A fim de que todos os segmentos da sociedade sejam alcançados, é necessário essa sistematização nos procedimentos, visando tornar mais efetiva a transmissão de ensinamentos, para que venham a atingir a totalidade dos cidadãos. As abordagens devem ser diferentes para públicos alvos diferentes. Veja Artigos com os títulos "Educação Ambiental para todos", “Educação Ambiental desde a base”, "Educação Ambiental II" e "Educação Ambiental na Indústria".

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AR E ÁGUA SE MISTURAM

    Nos tempos de escola muito ouvíamos falar em soluto e solvente. Os termos sempre confundiam nossas cabeças. Para que isso não mais aconteça, é só entender que, numa mistura, soluto é aquele que está em minoria, como se fosse o intruso e solvente é aquele que está em maioria. Se pudesse ser considerada uma mistura, duas mulheres (não que fossem intrusas) numa câmara de vereadores que tem 20 homens poderiam ser consideradas (as mulheres) como soluto e os homens como solventes. Consideremos ar e água. Há duas hipóteses: o ar dissolvido na água e a água dissolvida no ar. O primeiro caso, onde o ar é o soluto e a água o solvente: acontece nos corpos d'água. Quando se diz que um rio é bem oxigenado é porque as águas desse rio tem bastante oxigênio dissolvido ou poderíamos dizer que tem muito ar dissolvido; o fato de se falar oxigênio ao invés de ar é porque a parte nobre que interessa do ar é o oxigênio. No segundo caso, isto é, a água dissolvida no ar, é o caso da atmosfera, onde a água é que é o soluto que vai se incorporar ao ar, este como solvente. Quando se fala que o ar está muito úmido é porque esse ar tem muita água nele dissolvida. Veja Artigo com o título "Inverno, Poluição Atmosférica etc.".

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O CLIMA INFLUENCIA NA QUALIDADE DO AR

    A qualidade do ar, em se tratando de poluição por poeiras (partículas), sofre grande influência do clima, entendendo-se aí se é inverno ou verão, se o ar está muito ou pouco úmido, se há ou não inversão térmica, se está chovendo ou não. Tudo isso ainda influenciado se as partículas são pequenas ou grandes e onde estão sendo geradas, se à baixas, à médias ou à altas altitudes. Somente uma conclusão definitiva pode ser tirada: o inverno piora as condições da qualidade do ar em termos de partículas. Veja Artigo com o título "Inverno, Poluição Atmosférica etc.".

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O DESTINO DO ÓLEO DE COZINHA USADO

    O óleo de cozinha, depois de usado, tem que ser descartado. Há três formas corretas de se fazer esse descarte. Uma delas, se estiver disponível, é a decomposteira já mencionada nesta página com o título "A Decomposteira Doméstica"; a outra é o descarte do óleo na terra onde plantamos alguma coisa; os componentes orgânicos do óleo ajudarão a fertilidadedo solo. Se não tivermos terreno para isso, o melhor é colocar o óleo num saco plástico e lançá-lo no lixo comum. O óleo usado, quando lançado no vaso sanitário ou na pia da cozinha, terá como destino a rede de esgotos que, mesmo que disponha de tratamento, aumentará desnecessariamente a carga orgânica desse esgoto, diminuindo a eficiência do tratamento. Ver artigo "A decomposteira doméstica".

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O TRITURADOR DE PIA

    Nos países mais adiantados, é comum se ver nas pias das cozinhas seus ralos dispondo de trituradores. A operação de lavagem de utensílios ou de descascamento de vegetais fica bastante cômoda, visto que todos os restos orgânicos são despejados na pia da cozinha, para que os resíduos corram ralo abaixo, onde se localiza o triturador. O destino desse esgotamento, altamente orgânico, é a rede de esgoto municipal e daí as estações de tratamento. É um conforto altamente caro e desperdiçante. Será que o conforto compensa esse consumo extra, que gera gastos maiores no tratamento? Felizmente, por aqui, essa moda não está difundida e torçamos para que, se alguém tiver essa idéia, que ela seja banida no nascedouro, por lei. Ver Artigos: "A decomposteira doméstica", "Os Malefícios dos Esgotos" e "Demanda Bioquímica de Oxigênio".

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A VOÇOROCA

    A vegetação é a grande sustentação mecânica natural dos solos. As raízes servem para segurar a terra, assim como a vegetação também impede o baque direto da chuva sobre o terreno e ainda diminui a velocidade das águas quando elas correm sobre o solo. Um terreno de onde se tirou a vegetação fica exposto ao baque direto das águas de chuva e à correria dessas águas sobre ele. Como a fixação das porções de terra já estão enfraquecidas sem a sustentação mecânica citada, , as águas começarão a efetuar, sobre o solo, um processo denominado erosão, que nada mais é que a retirada gradativa da terra e a condução dessas porções retiradas para outros lugares. No local inicial começa-se a abrir "uma ferida" que vai se ampliando. Tal ferida no solo é denominada voçoroca (ou boçoroca). Veja Artigos com o título "A Voçoroca", "Erosão, assoreamento e desertificação" e "Áreas Degradadas".

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A OXIGENAÇÃO DAS ÁGUAS

    Qualquer coleção de águas é um ecossistema, onde vegetais, animais e minerais convivem. Do equilíbrio dessa convivência depende a vida dos seres orgânicos presentes nessa coleção. Basicamente, animais e vegetais podem se alimentar e reproduzirem-se, dando seqüência ao destino que lhes foi indicado pela Natureza. Ainda assim, mesmo em condições bastante adversas, alguns desses seres podem se alimentar e se multiplicar. Todos os seres vivos dependem do oxigênio, quer direta, quer indiretamente. Os animais que vivem no seio das águas, em sua maioria, extraem dela, para as suas respirações, o oxigênio que está dissolvido nessas águas. Qualquer ação antrópica (pelo homem) ou não, que diminua a quantidade de oxigênio dissolvida na água, irá prejudicar a "saúde" desses animais e indiretamente dos vegetais. Ver Artigos com os títulos "Demanda Bioquímica de Oxigênio", "Como se polui um rio - Parte I" e "Como se polui um rio - Parte II".

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DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS

    A urbanização, praticamente vem lacrando os terrenos naturais por onde anteriormente as águas de chuva ou se acumulavam ou se infiltravam. O homem notou logo que tinha que compensar este fato e "inventou" a drenagem, para que as águas pudessem se escoar. Para isso, implantou as galerias abertas (canais) ou fechadas (tubulações) e também as captações (bueiros e bocas de lobo). A engenharia desenvolveu projetos básicos de captação e de escoamento para tornar eficiente a drenagem. Sem essa eficiência aumentam, em muito, as possibilidades de inundações no ambiente urbano. Ver Artigo "Enchentes na Vila Santa Cecília", que é um caso particular para um bairro da cidade de Volta Redonda (RJ), onde estão citados aspectos de interesse geral que podem ser aplicados para outras situações em lugares diferentes. Ver Artigo “A Engenharia é culpada?”, "PET" e "Doença Mortal".

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A ÁRVORE

    É importante componente dos ecossistemas, para abrigar as espécies animais e lhes dar alimentos. Quando retirada, faz com que as espécies que dela dependiam busquem outros locais, às vezes não muito próprios para sobreviverem, podendo causar incômodos desagradáveis para as populações; vejam o caso dos morcegos que invadem nossas residências. Mas, além disso, a árvore é um importante elemento para a proteção do solo, vista a absorção que promove das águas de chuva, evitando o encharcamento do terreno e sua fragilidade e ainda para servir de "guarda-chuva" contra o impacto direto das águas sobre o solo, o que facilitaria o processo de erosão do terreno. Veja Artigos com o título "A Árvore" e "Plantar mais e cortar menos".

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OS PÓS QUE RESPIRAMOS

    Da quantidade enorme dos pós no ar que nos rodeiam, alguns deles irão se alojar em nossas árvores brônquicas, causando malefícios à nossa saúde. Outros, não conseguem alcançar nossos pulmões e alguns apenas sujam nossos carros, a roupa no varal, parapeitos, pisos e piscinas. O que comanda o destino dos pós, além de outras varáveis, é o tamanho deles. Veja Artigos com o título "Poluição do Ar", "Poluentes Atmosféricos", "Inverno, Poluição Atmosférica etc." e "Dioxina - Um Alerta".

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FRALDA DE PANO OU FRALDA DESCARTÁVEL

    Na discussão de qual é a mais ecológicamente correta, quem ganha? Aí vão umas dicas para você mesmo decidir. As descartáveis irão para o lixo comum e terminarão no aterro sanitário ou lixão e são mais caras, por serem descartáveis e usadas em grande quantidade; um bebê recém nascido chega a consumir 25 por dia e esse consumo vai diminuindo com o tempo. As fraldas descartáveis, no aterro sanitário, levam anos para se decomporem. Quantos às fraldas de pano, elas são lavadas e re-lavadas. Acontece que, quando são lavadas, há um grande consumo de água que, além de custarem nas contas de água, consomem esse bem escasso. De outra feita, a lavagem leva para a rede de esgotos sabões e materiais orgânicos que irão influenciar no tratamento desses esgotos, ou se não houver tratamento, irão contribuir diretamente para a poluição das águas por matérias orgânicas e sabões. Você decide. Veja artigo: "Fralda descartável ou fralda de pano".

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A CAMADA DE OZÔNIO

    Na estratosfera terrestre existe uma tênue camada de um elemento chamado Ozônio, que nada mais é que a combinação de três átomos de Oxigênio. Condições especiais de reações fotoquímicas fazem com que o Oxigênio estável, com dois átomos, se transforme em Ozônio. Tal gás é tóxico, ao contrário do Oxigênio. Todavia, se situado na atmosfera à altas altitudes, tem uma propriedade muito importante para nós terráqueos. Da enorme gama de radiações advindas do Sol, uma delas, o ultra violeta, é filtrada pela camada de Ozônio, isto é, a camada de Ozônio absorve essa radiação evitando que tal radiação atinja a superfície da terra, causando graves malefícios para as pessoas, vegetações e fictoplantons. Ver Artigos “Camada de Ozônio – Parte I”, “Camada de Ozônio – Parte II” e "Geladeira Ecológica".

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O CONSUMO DE ÁGUA DOCE

    Um quilo de carne corresponde a 18.000 litros de água que foram fornecidos direta ou indiretamente ao animal que lhe deu origem até a carne estar pronta para o consumo. A produção de uma tonelada de milho requer 1,6 milhão de litros d'água, assim como 2,4 milhões de litros para uma tonelada de borracha sintética e 1,3 milhão para uma tonelada de alumínio. Nas mesmas proporções estariam os consumos na fabricação de fibras, papel, aço etc. Ver artigos: "A água não é inesgotável", "Guerra pela Água", "A Água Doce e a Amazônia" e "Lei das Águas".

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UM RIO

    Um rio é vivo na medida em que contém infra-estruturas vivas. Tal como o sangue que circula em nossas veias, o rio contém células que se nutrem e que respiram oxigênio. Quando morto, essas células perecem, e ele se decompõe; proliferam, então, os seres que produzem a sua degradação, e ele exala os odores mefíticos da putrefação. O rio poluído é um rio morto ou em agonia. Ver artigos: "Um rio", "Como se polui um rio - Parte I" e "Como se polui um rio - Parte II".

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BIODIVERSIDADE

    Se a preservação é importante, importante é também recuperar o que foi perdido pelo mau uso ou pela destruição proposital. Fazer essa recuperação todavia, requer o conhecimento do que foi subtraído do original e procurar refazer com as mesmas espécies o território "perdido"; contudo, para que isso seja possível, há de ter sobrado alguma coisa original. Dessa forma, quando se fala, por exemplo, em manter intacta uma flora rica como a Mata da Cicuta (RJ), resquício de Mata Atlântica, a razão é simples: ali se concentram espécies raras de vegetais e só elas poderão fazer renascer o primitivo. Ver artigos: "A Cicuta e a Lixeira", "Biodiversidade" e "Floresta da Cicuta".

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PRODUZIR RECUPERANDO

    As minerações, das atividades humanas, compõem o rol das mais degradadoras do meio ambiente. Todas as operações ali, têm grande potencial poluidor. Todavia, há empresas mineradoras que conseguem retornar ao ambiente suas características e até melhorar seus aspectos cênicos; compensando, ainda, com outras atividades, a natureza pelo que ela forneceu. Ver artigo "É possível harmonizar".

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QUEBRA DO CICLO NATURAL

    Muitos animais dependem de outros para sobreviverem. A eliminação de uma espécie pode quebrar esse ciclo provocando superpopulações indesejáveis e prejudiciais à saúde e ao patrimônio. Ver artigo "Uma estorinha ecológica".

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ÁGUAS APARENTEMENTE INOFENSIVAS

    Muitas vezes, a análise da qualidade da água de um rio, lago ou mar não revela a presença de poluentes perigosos. Todavia, tal poluente pode estar no fundo e, através da alimentação dos animais do corpo d'água, baseada na cadeia alimentar natural, pode levar, em proporção geométrica, a contaminação em níveis cada vez mais crescentes nos elos mais avançados da cadeia. É o caso do mercúrio no Rio Madeira (Rondônia) ou do DDD no Lago Clear (U.S.A.). Ver artigos: "O Lago Clear" "O que é Rondônia".

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UM RESQUÍCIO DE MATA ATLÂNTICA

    A Mata Atlântica, que era originalmente composta de 850 mil km2 de florestas nativas, já teve 97% dessa área devastada. Só restaram 3%, entre os quais está a Mata da Cicuta, pertencente aos territórios de Volta Redonda e Barra Mansa, no Estado do Rio de janeiro. Diante desse quadro, não cabem maiores discussões sobre a urgência das ações necessárias para protegê-la. Os órgãos de defesa ambiental precisam atuar com rigor, antes que não reste mais nada". Ver reportagem com o título "Engenheiro defende maior fiscalização" e atigos: "A CICUTA e a Lixeira" e "Floresta da Cicuta"

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A NORMA VERDE

    A ISO-14.000 está sendo redigida para ser aplicada a todos os tipos de tamanhos de organizações, procurando dar um tratamento único para condições diferentes, quer sejam elas sociais, culturais, políticas ou geográficas.
    Os aspectos ambientais, que estão sendo incluídos na série ISO-14.000, abrangem emissões líquidas e gasosas; lixos de diversas espécies e procedências; combustíveis; energia; liberação de energias térmicas e vibratórias e até impactos visuais.
    Dentro da série ISO-14.000 estão sendo desenvolvidos cerca de 20 projetos abrangendo análises, diretrizes, testes, símbolos, e estarão compreendidos, entre outros assuntos, o Sistema de Gestão propriamente dito; a avaliação do desempenho ambiental, incluída a auditoria; a avaliação do produto e sua implicação no meio ambiente, desde a origem até o uso e descarte. Ver artigos: "O mercado global e a ISO verde" e "Selo Verde".

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IMPORTÂNCIA DO OXIGÊNIO NA ÁGUA

    Basicamente, o oxigênio estará presente na massa líquida por dois processos: a diluição em contato com o ar atmosférico e a fotossíntese devida aos vegetais. E aí, podemos chegar à primeira grande conclusão: se não houver diluição de contato e fotossíntese somadas em quantidade suficiente, fornecendo oxigênio para atender a fauna, ela perecerá gradativamente, até a posição de equilíbrio com a demanda.
    O animal respira oxigênio e expira CO2 (dióxido de carbono), se alimenta de matéria orgânica e a transforma em minerais; a planta absorve o CO2 e através da fotossíntese, regenera o oxigênio. Ver Artigos com os títulos  "Como se polui um rio - Parte I", "Como se polui um rio - Parte II" e "Demanda Bioquímica de Oxigênio".

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DEMANDA BIOQUÍMICA DE OXIGÊNIO

    Alguns exemplos de DBO (Demanda Bioquímica de Oxigênio): as águas servidas de uma refinaria de açúcar chegam a ter DBO de 6.000 miligramas por litro, o que significa que a cada litro dessas águas despejado num rio farão com que 6.000 mg ou seja, 6g do oxigênio dissolvido na água do rio desapareçam. Um litro de sangue bovino alcança 200.000 mg.
    Nos esgotos não tratados (esgotos domésticos), cada pessoa é responsável (em média) pelo desaparecimento de 54 gramas diárias de oxigênio existentes nas águas do rio (ou lago) onde esse esgoto é despejado.
    Dessa forma, sendo a água doce um bem raro, qualquer tratamento prévio para reduzir a DBO (fossa séptica, filtro biológico etc.) será de grande importância na preservação dos corpos d'água, dos quais dependemos para viver. Ver Artigos: "Como se polui um rio - Parte I", "Como se polui um rio - Parte II" e "Demanda Bioquímica de Oxigênio".

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PATENTES

    A pesquisa leva à descobertas farmacológicas que podem ter sido incentivadas pelo conhecimento já existente nas comunidades que coabitam com  plantas ou animaiis. Nesse caso, há aí de certa forma, um "direito autoral" da comunidade em questão.
    Hoje, os países com grande capacidade tecnológica desenvolvem na farmacologia medicamentos portadores dos princípios básicos das substâncias encontradas na natureza e chegam mesmo a elaborar sinteticamente essas substâncias. É um trabalho caro de pesquisa, não temos dúvidas; porém, é injusto que, aquele que é o detentor do produto natural, por já conhecer suas benesses, não participe, de alguma forma, do "direito autoral" e não participe dos lucros auferidos. Ver artigos "Biodiversidade", "ANTONIETA", "Engenharia Genética e Trangênicos" e "O IBAMA e as Florestas".

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ECOSSISTEMA

    Num determinado local (ambiente) de nosso Planeta e num determinado instante, existem seres animados (vivos) e inanimados (mortos ou normalmente inanimados de origem não-orgânica).
    Se, nesse ambiente, o interrelacionamento desses seres é imprescindível para sua convivência harmônica, diz-se que o ambiente em questão é um ecossistema.
    Sempre que um ecossistema recebe estímulo externo, seja natural ou não, ele tenderá a entrar em desequilíbrio, isto é, de alguma forma, a integridade dos seres será afetada ou pelo menos ameaçada. Ver artigos "Ecossistema" e "O Habitat".

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LIXO DOMÉSTICO

    Nos países adiantados e em algumas cidades brasileiras de "primeiro mundo", é feita na residência uma segregação primária do lixo, normalmente utilizando-se dois recipientes, um para "úmidos", que são os restos de alimentação e papéis molhados e mais aqueles na fronteira da dúvida como fraldas, canetas e aparelhos de barbear descartáveis. No outro recipiente, para "secos", vão as embalagens e jornais. A coleta dos "úmidos" é feita diariamente e a dos "secos", uma ou duas vezes por semana, por outra equipe.
    Evidente é que, quanto mais rico um país ou cidade, maior é o volume de lixo doméstico gerado. Em média, uma família de quatro pessoas nos E.U.A. - como é mostrado em interessante museu em Cincinnati (Ohio) - gera um lixo úmido por mês correspondente a uma pilha de 3 metros de altura de sacos de 100 litros e com certeza, estão ali misturados, a cada ano, 16 bilhões de fraldas descartáveis, 2 bilhões de lâminas de barbear e 1,6 bilhão de canetas plásticas. Ver artigos "Lixo urbano/doméstico", “Lixo, idéias a serem debatidas”, "O Lixo no Mundo", "A Decomposteira Doméstica", "Os Malefícios do Lixo" e "Relatório de Viagem"

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EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA

    Por volta do ano 8.000 a.C. (antes de Cristo), calcula-se, por meios estatísticos e científicos, que a população mundial girava em torno de 5 milhões de pessoas.
    No ano de 1650 d.C. (depois de Cristo), a população mundial atingia a cifra de 500 milhões. Fazendo as contas de 8000 a.C. até 1650 d.C, temos 9.650 anos, o que indica, em números aproximados, que a cada 1.500 anos a população do planeta, naquele período, dobrou.
    No ano 1850 a população da Terra atingiu 1 billhão de pessoas; logo, comparando-se com o ano 1650, vemos que, bastaram 200 anos para que a população dobrasse.
    80 anos depois; isto é, em 1930 a população novamente dobrou (2 bilhões); 45 anos depois (em 1975), dobrou novamente, e foi a 4 bilhões e neste ritmo, chegaremos ao ano 2000 com cerca de 7 billhões. Isso se chama crescimento exponencial; muitos chamam explosão demográfica. Ver artigos com o título "Malthus", "Espaço Vital" e "Natalidade".

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CONHECER A NATUREZA

    O conhecimento da estrutura e funcionamento dos ecossistemas constitui aspecto que, mais e mais, vem interessando às ciências Econômicas e Sociais, pois que, através dos processos desenvolvidos em cadeia, é que certos recursos naturais são formados, se mantêm e são renovados. Pela utilização dos recursos naturais, transformados em bens e serviços, o homem supre suas necessidades e melhora o seu bem estar.
    Assim, o conhecimento dos recursos naturais e ecossistemas constitui base de manutenção e conservação do ambiente nos processos de análise econômica que objetiva o desenvolvimento regional e seu planejamento. Ver artigo "Conhecendo a Natureza".

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A FUMAÇA NEGRA

    A escala usada para medir a opacidade de uma fumaça negra se chama escala de Ringelman, que é um disco dividido em cinco partes "coloridas" do cinza claro ao preto. A parte do cinza mais claro é chamada "20% de opacidade" ou "grau 1" da Escala; a segunda, com um cinza um pouco mais escuro é chamada "40% de opacidade" ou "grau 2" da Escala e assim, sucessivamente, até o preto que é chamado "100% de opacidade" ou "grau 5" da Escala.
    Tal disco tem um furo no meio em forma de pentágono (polígono de 5 lados) e é usado para medir a opacidade de uma emissão de fumaça negra. Quando se olha através do furo a descarga de um caminhão ou de uma chaminé com fumaça negra, compara-se aquela fumaça com a zona cinza mais próxima da Escala e diz-se que a opacidade é 1, 2 etc. ou que eqüivale a 20, 40% etc. Olhos mais treinados podem medir valores intermediários com 30, 50% etc. Ver artigos "Poluição do Ar" e "Poluentes Atmosféricos".

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TRATAMENTO DOS ESGOTOS NOS MUNICÍPIOS.

    Considerando os esgotos que são lançados "in natura" e que atingem os grandes mananciais de abastecimento d'água, em forma de rios, das cidades, percebe-se que, no geral, os esgotos de um município irão, em princípio, afetar a qualidade das águas do município vizinho mais abaixo (jusante), no rio. Tal fato leva a uma espécie de descaso pelo assunto do governante do município poluidor. -"Afinal, se minha água vem suja de cima e tenho que tratá-la, que meu vizinho de baixo a trate; por que limpá-la para ele?"
    Visto esse aspecto, o tratamento de esgotos, a nível municipal, é sempre uma iniciativa que tende a ser "empurrada com a barriga".
    Isso conduz ao raciocínio de que é necessária uma tremenda (boa) vontade política dos governantes municipais em "enterrar" seus parcos recursos em obras que não iriam beneficiar seus munícipes diretamente. É um ledo engano, mormente e visto que, no que se refere as valas negras que percorrem diversos caminhos em seus próprios municípios, essas caracterizam um verdadeiro arsenal ambulante de toda a sorte de doenças possíveis de transmissão pelo simples contato, pelo uso indevido na rega de hortaliças e pela contaminação de poços artesianos. Ver artigos "Esgoto doméstico", "Um Rio", "Os Malefícios dos Esgotos" e "Tratamento de Esgotos Sanitários".

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ESPAÇO VITAL

    Se o homem é um constante gerador de resíduos, e se ele está confinado em um espaço que tem que disputar com seus semelhantes, é evidente que, se não se organizar junto com os demais, não sobreviverá, afogado que estará em lixos.
    Foi, não tenham dúvidas, essa "barra forçada" que começou a fazer crescer um país como o Japão.
    Um forte sistema educacional, desde o lar, obriga os japoneses, ainda pequeninos, a respeitar o pouco espaço destinado à sua família, através da organização em sua casa: o lixo no lixo, a roupa no armário etc.
    E foi exatamente esse comportamento que começou a ser extrapolado para as ruas e para as fábricas.      Em cima disso, naturalmente começaram a ser montadas várias teorias de gerenciamento que diuturnamente eram aprimoradas.
    O uso de recursos naturais e do espaço para o japonês era como fazer poupança; ele não se podia dar ao luxo de desperdícios.
    A cultura desse povo foi, então, por aí se moldando e seus comportamentos assumidos como hábito normal dos cidadãos. Ver artigos com o título "Espaço vital" e "Desperdício".

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RECURSOS AMBIENTAIS

    No Ecossistema Planeta-Terra há uma troca constante de recursos naturais entre os seres vivos.
    Os recursos naturais, após seu uso, podem ser renováveis, isto é, voltarem a ser disponíveis, ou não renováveis, isto é, nunca mais ficarem disponíveis.
    A flora (vegetais) e a fauna (animais) são exemplos de recursos naturais renováveis: uma planta ou animal podem ser reproduzidos, "teoricamente", de forma infinita a partir de seus "pais".
    Os minerais, como por exemplo o minério de ferro, estão classificados de recursos naturais não renováveis; outro exemplo é o petróleo e, se são não renováveis é porque, após seu uso, um dia irão se esgotar no planeta. Ver artigo "Recursos naturais".

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COLETA SELETIVA

    O ato de reciclar papéis, papelões, metais, vidros e plásticos significa que esses materiais substituirão, como matérias-primas, materiais classificados como recursos naturais. Dessa forma, quanto mais se recicla, menos se toma da natureza; isso quer dizer, poupança para o futuro. Além de tudo isso, fica aliviado o volume de descartes em aterros que prejudica a qualidade do solo e das águas subterrâneas, ou se a destinação for a incineração, fica aliviada a atmosfera de gases e partículas extras. Ver artigos "Coleta seletiva" e "Relatório de Viagem".

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O HABITAT

    Numa concepção ampla, o que se chama de lar, pátria natal ou terra natal, nada mais significa que o ambiente a que estamos acostumados, onde temos nossos amigos, nossos colegas de trabalho, o nosso entendimento na língua que aprendemos e falamos desde pequeninos, o clima e suas variações com as quais nosso organismo já se habituou, os costumes, os esportes, as regras, as roupas, a comida etc., que aprendemos a fazer uso e a gostar, e por aí a fora. Esse é o ambiente, o habitat.
    É evidente que, para o homem trocar de habitat, pode ser mais ou menos suportável, dependendo de sua saúde, estado psicológico e de incentivos interessantes que o novo habitat possa vir a oferecer. É como sair daqui e ir morar no Japão. Suportável porque o homem é um ser racional e coloca sua força mental para superar os obstáculos de toda a sorte com que se deparará.
    A coisa, todavia, funciona diferente para os outros seres, não racionais, quer sejam eles animais ou vegetais. De pouco adianta, por exemplo, trazer determinado vegetal que floresce bem em Teresópolis, para Volta Redonda, mesmo que se lhe dê todos os cuidados. O conjunto de condições favoráveis no habitat original dificilmente poderá ser repetido em outro local. Se esse vegetal fosse uma pessoa, diríamos que ela ficaria triste, sem apetite e sem ânimo para reproduzir. Em outras palavras, morreria o ser e os descendentes dele deixariam de existir. Ver Artigo: "O Habitat"

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EMPRESAS QUE SE ESFORÇAM

    Na região de Volta Redonda (RJ) que abrange os bairros da Ponte Alta, Jardim Europa, Siderville e final do Conforto, existe um agrupamento industrial composto de indústrias como a Cesbra, a Calcinação da CSN, a Fornasa e a Cimento Tupi que, em princípio, preocupa pela potencialidade poluidora que se revela, em termos de concentração industrial.
    De uma dessas indústrias podemos falar presentemente de cadeira porque ajudamos, pelos últimos seis meses, a gerenciar seu controle ambiental, particularmente no que se refere a poluição do ar. Tal gerenciamento, em contato permanente com o corpo técnico da indústria, trabalhando junto na solução dos problemas e, o mais importante, recebendo apoio irrestrito da gerência da fábrica e à distância, da diretoria industrial, levou a uma situação de amplo sucesso.
    A indústria, no caso, é a Cimento Tupi S.A. e podemos dizer que ela fechou com chave de ouro o ano de 1994, em três sentidos: conseguiu a licença de operação da fábrica até o final do século; pelo mesmo período, conseguiu, também, a licença de operação de seus depósitos de escórias siderúrgicas e, finalmente, seu plano de controle da poluição do ar está praticamente concluído, o que leva a garantir que essa empresa adentrará 1995 como empresa ambientalmente limpa. Ver artigos "O bom ambiente" e "É possível harmonizar".

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A MÍDIA ÀS VEZES DESINFORMA

    Vez por outra uma notícia de fundo técnico vem destorcida e pode causar preocupação ou pelo menos confusão na cabeça dos leitores. Um dos muitos exemplos residiu na publicação de matéria em jornal local (Volta Redonda) sobre a poluição das águas, simplesmente misturando tipos de poluentes de características e efeitos totalmente distintos. Dessa forma, no nosso entender, cabe um cuidado maior pela consulta a um técnico no assunto. Sabemos da necessidade da urgência que a notícia tem que ser dada, todavia, penso eu, que é até preferível não publicar, que desinformar. Ver artigos "Os poluentes da água e a Mídia" e "Comunicação e Meio Ambiente".

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 EDUCAÇÃO AMBIENTAL DESDE A BASE

    Numa de minhas palestras sobre assuntos diversos envolvendo a preservação ambiental, resolvi perguntar à turma de jovens do auditório, se fazia mal às águas de um rio lançar-se nelas óleo; a resposta sim foi unânime; a seguir, indaguei como se comportariam vendo uma pessoa deliberadamente jogar óleo no rio através de um bueiro na rua; as respostas aí, variaram, uma parte apenas se indignaria e outra parte reclamaria do infrator, no ato. A estes indaguei: e se o infrator lhe perguntasse por que não deveria jogar óleo e que mal isso iria fazer ao rio. Silêncio total, ninguém soube explicar.
    O lógico é que, se reclamamos de alguém quando esse alguém comete um ato falho, devemos estar, pelo menos, de posse de alguma base para fazê-lo e não simplesmente porque ouvimos dizer. Quando se diz: "é de pequenino que torce o pepino", quer se dizer que pepino velho quando se torce quebra. Em outras palavras, a educação é sempre mais efetiva, se começada pela criança. A mente humana em formação é mais receptiva aos ensinamentos, razão da importância de um livro didático e os conceitos que ele descortina aos seus leitores, da importância do professor bem formado, passando mensagens irrepreensivelmente corretas. Ver Artigo: "Educação Ambiental desde a Base".

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OS ESGOTOS SÃO MALÉFICOS

    As pesquisas indicam que cerca de cinqüenta tipos de infecções podem ser transmitidas pelos caminhos dos excretas humanos e que essas infecções, aliadas à subnutrição, causam uma terrível influência na morbidade e na mortalidade, principalmente de crianças, através da febre tifóide, disenteria, hepatite, cólera e diversos tipos de verminoses que contribuem fortemente para minar, gradativamente, as resistências do organismo humano. Ver artigo "Os malefícios dos esgotos".

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A FAMÍLIA DOS CFC'S E O BROMO

A família dos CFC's (Clorofluorcarbonos) tem como seus principais produtos os seguintes:

CFC-11 - utilizado na fabricação de espumas de poliestireno.

CFC-12 - utilizado em refrigeração.

CFC-13 - utilizado na limpeza de componentes eletrônicos.

    As vidas médias estimadas: do CFC-11 é de 75 anos e a do CFC-12 entre 110 e 140 anos, o que indica que a ação maléfica desses produtos é bastante duradoura.
    O Bromo, elemento químico muito usado na fumigação das lavouras e em alguns tipos de extintores de incêndio, produz efeito análogo ao cloro presente nos CFC,s. Ver artigos “Camada de Ozônio – Parte I”, “Camada de Ozônio – Parte II” e "Geladeira Ecológica".

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BR 364

    No Acre habitam diversos grupos indígenas; existe a reserva Chico Mendes na localidade de Xapuri, que é rigorosamente vigiada por ONG's (Organizações Não Governamentais) de toda natureza e ainda, a comunidade internacional defende a tese de que o Estado é intocável, em face da Floresta Amazônica, onde se embute. Acontece que, como sentimos, tanto no povo, quanto nas autoridades locais e até as de Brasília, que o discurso meramente preservacionista deveria ser mudado, para um discurso conservacionista, fazendo valer a teoria do desenvolvimento sustentável. Ver artigo "A última fronteira".

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COMO O AR SE POLUI

    No Brasil, a geração de energia não depende fundamentalmente da queima de combustíveis fósseis ou biomassa, podendo-se afirmar que as duas maiores fontes de poluição do ar provêm dos veículos automotivos e das indústrias, sendo os principais poluentes o CO (monóxido de carbono), o CO2 (dióxido de carbono), o SOx (óxidos de enxofre), o NOx (óxidos de nitrogênio), o HC (hidrocarbonetos) e as partículas.
    O ar tem a capacidade de purificar-se, se não sofrer sobrecargas constantes de poluentes, mas, se isso acontece, passamos a maior parte de nosso tempo num ambiente cronicamente contaminado, com consideráveis riscos para a nossa saúde. Ademais, embora a maior parte daquilo que colocamos no ar, ali não resida permanentemente, há uma transformação desses agentes poluidores que passam para a terra e/ou para as águas e é possível que a ação poluidora nos venha novamente ao encontro, Ver artigos "Poluição do Ar" e "Poluentes Atmosféricos".

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OS EFEITOS DA POLUIÇÃO DO AR NO HOMEM

    A poluição do ar é uma tensão que, conjuntamente com outras tensões fisiológicas, tende a aumentar a incidência e a gravidade de numerosas doenças pulmonares, incluindo câncer, enfisema, tuberculose, pneumonia, bronquite, asma e até mesmo o resfriado comum.
    Sugerem as evidências que a relação entre os poluentes do ar e certas doenças é real e ampla. Não deve ser subestimada, no entanto, a dificuldade de estabelecer com segurança relações desse tipo. Uma vez que a má qualidade do ar é fenômeno tipicamente urbano e uma vez que existem numerosos outros fatores causando a mortalidade (e a morbidez) nas áreas urbanas, o estabelecimento das causas e efeitos específicos é extremamente difícil. Ver artigos "Poluição do Ar" e "Poluentes Atmosféricos".

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A POLUIÇÃO DO AR PARA OS ANIMAIS, PLANTAS E PATRIMÔNIO

A poluição do ar prejudica a qualidade das vegetações, principalmente as hortigranjeiras; tem efeitos análogos ao homem sobre os animais domésticos. Além disso, obriga a despesas extras para manter limpo tudo que se emporcalha devido a ela e ainda, tem grande efeito econômico na desvalorização de imóveis. Ver artigos "Poluição do Ar" e "Poluentes Atmosféricos".

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CEMITÉRIOS

    A rigor, um cemitério, no que se refere ao enterramento no solo, muito se compara a um aterro sanitário para lixos domésticos, visto que as matérias enterradas são orgânicas em essência, mas com um agravante, é um aterro sanitário com muito "lixo hospitalar" misturado, visto que, a maioria das matérias orgânicas enterradas carregam consigo bactérias e vírus de todas as espécies e que foram, provavelmente, a causa da morte. Além disso, é importante considerar que metais pesados, advindo de próteses, materiais das urnas etc. vão dar, também, sua contribuição poluidora, vistos os ácidos orgânicos gerados na decomposição cadavérica  irão interagir com esses metais, fazendo-os migrar pelos solos, contaminado-os. Ver artigo "Cemitérios e a questão ambiental".

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O HOMEM URBANO

    Antes que as cidades fossem "montadas", a distribuição das populações em grupos pequenos e isolados uns dos outros, não dava para afetar significativamente a natureza, visto que as agressões ambientais eram de pequena monta e dispersas em vasto território, o que propiciava auto depurações, ou seja, a própria Natureza, através dos seus agentes físicos, químicos e biológicos, se encarregava de recompor as condições originais do ambiente.
    Com o crescimento das densidades populacionais, a necessidade de se construir infra-estruturas de moradias, indústrias e serviços em geral, levou à existência de concentrações punctiformes no ecossistema. Nos desmatamentos, aterros e desaterros, muitas espécies, não humanas, vegetais e animais, tiveram o seu habitat invadido e destruído. Os corpos d'água adoeceram pelos efluentes infectados com toda sorte de poluentes, o ar se conspurcou. Pela modificação do albedo (capacidade de reflexão da luz solar), os edifícios e calçamentos passaram a devolver mais, por reflexão, o calor chegado do Sol e modificando, com isso, o microclima, alterando o regime de chuvas e ventos. Ver artigos "Homem" e “A tragédia dos bens comuns”.

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PET

    Conta Alfredo Sirkis, em artigo em "O Globo" (1998), uma tragédia que resultou em dez mortes, em Jacarepaguá, na Favela Novo Horizonte, que se deveu ao represamento das águas devidas à forte chuva, sob uma ponte, por milhares de garrafas de PET, ocasionando grande inundação. Recentemente, conta Sirkis, uma equipe de manutenção demorou três dias para desobstruir a rede esgotos da Rua Marquês de São Vicente (Gávea), entupida com uma simples garrafa de Coca-Cola pequena.
    O certo é que, a cultura brasileira ainda não embarcou na coleta seletiva como hábito do dia-a-dia, por motivos que aqui não caberiam descrever, e consequentemente nossa sociedade não estava preparada para o modernismo do PET. Tentando contornar esse fato insofismável, o Deputado Gabeira tenta emplacar uma Lei que impõe responsabilidades aos empresários e é lógico, a grita contra essa Lei é grande, sob a alegação de que os produtos iriam encarecer e com isso, até ameaçar o Plano Econômico do Governo. Mas será que isso é argumento para se contrapor às tragédias, prejuízos materiais e perdas de vidas advindas de fortes chuvas cujas águas não têm por onde se escoarem? Ver Artigo "PET".

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A ÉTICA NA ENGENHARIA

O homem é o poluidor por excelência do meio ambiente porque, dentre todas as criaturas, é a única que modifica deliberadamente seu “habitat”, através de procedimentos antinaturais, pelos seus hábitos e formas de lazer, de alimentação, de locomoção, de moradia etc., todos através da transformação de elementos naturais, de formas cada vez mais diversificadas e sofisticadas, submetendo o ambiente a diversas agressões, visando o seu conforto e neste contexto, o engenheiro, o arquiteto e o engenheiro agrônomo, são, na esmagadora maioria dos casos, os artífices dessas transformações, legalmente habilitados, visto que a lei que regula suas profissões classificam esses profissionais como transformadores dos recursos naturais, visando atender o bem estar social. Dessa forma as profissões em questão devem ser respaldadas de forte sentido de ética. Ver Artigo "Anteprojeto".

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OS ELEMENTOS ESSENCIAIS

O homem, abstraídas as tragédias naturais ou não, para se manter vivo e preservar sua espécie necessita, basicamente, de oxigênio, água, carbono, Sol e minerais. Digo basicamente porque tudo mais que o homem necessita provém daí
Os vegetais, por exemplo, existem e se multiplicam graças ao carbono (em forma de CO2), da água (para fazer circular os nutrientes), dos minerais (que são os nutrientes) e do Sol (que fornece energia para que a fotossíntese aconteça).
Dos vegetais dependem inúmeros outros seres que alimentam o homem.
A falta no estoque do "armazém Terra" desses produtos, ou a existência desses produtos com o "prazo de validade vencido" (isto é, estragados ou desaconselháveis ao uso), prejudicará toda a cadeia de abastecimento pela falta ou por não poderem ser usados. Ver Artigo "O Grande Armazém"

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A ÁGUA DOCE É RARA

O segundo maior rio da China começa a secar, o Worldwatch Institute adverte para uma crise global da água, com direito a conflitos piores que os do petróleo, informa Joelmir Beting em sua coluna. Refletindo sobre a pretensão de desmatar a Amazônia por motivos que a nossa inteligência se recusa a aceitar, devemos ter em mente que a floresta é fábrica de água doce; desmatá-la implica na diminuição dos recursos hídricos. A Amazônia é detentora de 20% de toda a água doce disponível do Planeta. A água doce é escassa em várias regiões do mundo e se torna um bem cada vez mais raro e portanto, já começa a assumir forte papel econômico. Da mesma forma que os E.U.A. mantêm intocada sua reserva de petróleo na Alasca, a preservação de nossa água na Bacia Amazônica, com certeza, contribuirá, num futuro não muito longínqüo, como reserva estratégica para nés e para o mundo. Seremos uma "OPEP" das águas doces e iremos vender essa água. Não transformem a Amazônia num deserto! Veja Artigos “A água doce e a Amazônia”, "Guerra Pela Água" e "Lei das Águas".

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A AGRESSÃO AMBIENTAL

Basicamente, não se levando em consideração valores de intensidade da agressão ambiental, haverá essa agressão quando o meio ambiente for impactado, de forma que passe a haver qualquer alteração das suas propriedades físicas, químicas ou biológicas, causada por qualquer forma de energia ou matéria nele introduzida ou mesmo qualquer ação humana que venham afetar direta ou indiretamente a saúde, a segurança e o bem estar da população; as atividades sociais e econômicas; a biota; as condições estéticas e sanitárias e a qualidade dos recursos ambientais.Ver artigo “A Agressão Ambintal"

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O AUMENTO DA DENSIDADE INDUSTRIAL

O inchaço das cidades aconteceu pelo aumento da densidade industrial e com isso, foram se formando as megalópolis. Atrás disso, a qualidade de vida nessas megalópolis foi diminuindo, inclusive na questão da segurança pública, visto que, com a densidade industrial aumentada, acarretou haver muita riqueza em curto espaço territorial.
O ABC, em São Paulo, é um caso típico onde, aos poucos, os movimentos sindicais fortes e as condições de infra-estrutura, muito solicitadas, que se traduzem em qualidade de vida, passaram a se esgotar, começando a implodir a vontade dos empresários já estabelecidos na região em ampliar seus negócios e de outros, de fora, a virem ali se instalar. Atualmente, as lideranças políticas do ABC têm-se empenhado, em vão, no oferecimento de atrativos extras para que as indústrias dali não se mudem. Ver Artigo “A nova visão da indústria

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EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM SENTIDO AMPLO

A Educação Ambiental, visando uma abrangência ampla, se compõe basicamente de três Projetos, divididos em Subprojetos, totalmente diferenciados uns dos outros no que se refere aos públicos-alvos e aos objetivos.
Sem levar em consideração a Educação no ambiente rural, a abrangência citada deverá cobrir as Comunidades Carentes, os Bairros, as totalmente informais, as escolas, os empresários e os trabalhadores das empresas. Ver Artigo “Educação Ambiental - Escopo Geral

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AGENDA 21-LOCAL – O GRANDE FÓRUM

Há pouco mais de um ano, por iniciativa do Prefeito Municipal de Volta Redonda, através da sanção de uma Lei oriunda da Câmara Municipal, foi dado o passo inicial para a implantação, em Volta Redonda, RJ, da Agenda 21-Local.
Para um melhor ordenamento das discussões do grande tema, pautou-se todo o assunto em três grandes temas a serem debatidos: o econômico, o social e o ambiental, que fechariam perfeitamente o grande objetivo do desenvolvimento sustentável.
De outra feita, foi também consenso de que todas as decisões das discussõesteriam que ser tomadas da forma mais democrática, com participação, a mais ampla possível da sociedade e aliado a isso, criou-se a idéia da parceria, através do trabalho conjunto do executivo, do legislativo e da sociedade do município em questão.
O pensamento básico passou a ser que, através de debates exaustivos entre a sociedade e os poderes constituídos, deveria se concluir quais as prioridades do município em cada um dos temas: o econômico, o social e o ambiental. Foi, daí, que surgiu o nome Agenda 21-Local. Ver Artigos: "Agenda 21", "Agenda 21 - Local, Avançando", "Agenda 21- Local - É preciso entendê-la", "Agenda 21 em Volta Redonda" e "O Grande Fórum".

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AGENDA 21

Como todos bem se lembram, em 1992, reuniu-se no Rio de Janeiro a maioria dos chefes de Estado do Planeta, dúzias de Organizações Não Governamentais ambientalistas, centenas de cientistas e técnicos envolvidos com a causa ambiental, debatendo, todos, na chamada ECO-92.
Sem dúvida, dos temas abordados, a Agenda 21 (o nome faz alusão ao próximo século) foi, se não o mais importante, fundamental. Nele se tratava do desenvolvimento que se pretende dar ao mundo daqui para frente, tornando-o sustentável, isto é, preocupando-se com o resguardo das condições ambientais para que as novas gerações possam sobreviver.
Cinco anos após o evento, na abertura da Assembléia das Nações Unidas, compareceram, em massa, os chefes de Estado de então, para discutirem a quantas andavam os compromissos assumidos na Agenda 21. O Presidente Fernando Henrique abriu as discussões. Ver Artigos: "Agenda 21", "Agenda 21 - Local, Avançando", "Agenda 21- Local - É preciso entendê-la", "Agenda 21 em Volta Redonda" e "O Grande Fórum".

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AGENDA 21-LOCAL É PRECISO ENTENDÊ-LA

A Agenda 21-Local é uma composição de voluntários da sociedade de um município, voluntários esses que trabalham absolutamente de graça, que ladeados por representantes do executivo e legislativo municipal, estes em minoria, como apoio, visa buscar, através de discussões, o que é importante para o município, a fim de que os cidadãos e principalmente as gerações que lhes seguirão, possam desfrutar de uma melhor qualidade de vida no que tange ao social, ao econômico e ao ambiental.
Os voluntários citados são representantes autênticos da sociedade, visto que são os segmentos organizados dessa sociedade que os indicam para a composição dos fóruns de debates sobre as questões da cidade. Logo, eles são a voz e a vontade daqueles que representam, isto é, da população. Ver Artigos: "Agenda 21", "Agenda 21 - Local, Avançando", "Agenda 21- Local - É preciso entendê-la", "Agenda 21 em Volta Redonda" e "O Grande Fórum".

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ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS

As atividades antropogênicas, principalmente as relacionadas com combustíveis e produtos tóxicos e que podem expor as comunidades a algum tipo de risco, devem desenvolver estudos que visem relacionar esses riscos, criar condições que diminuam a possibilidade de aconterem acidentes e ainda estabelecer medidas mitigadoras no caso de acidentes. Ver Artigos “Análise Preliminar de Riscos” e "Risco e Perigo"

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LIXÕES E ATERROS SANITÁRIOS

Os chamados aterros sanitários controlados têm os seus projetos prevendo suas localizações observados os mananciais hídricos subterrâneos e superficiais em posições favoráveis; o solo da base devidamente compactado e impermeabilizado pela própria argila ou com a utilização de mantas de polietileno; já se prevêem caminhos adequados para o chorume e as formas de tratá-los; já ficam previstas as tubulações verticais e perfuradas colocadas na massa do aterro para coleta dos gases que serão gerados, dando a eles destinações que podem ser a simples queima; já se prevêem as coberturas com terra a cada disposição do lixo e finalmente, já fica definido um gerenciamento dos posicionamentos das células, coordenados com as movimentações de caminhões e pás carregadeiras. Ver Artigos “Aterro Sanitário Controlado” e "Os malefícios do Lixo".

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AVALIAÇÃO DO IMPACTO AMBIENTAL

Começou na década de 60 nos países industrializados e em alguns países em desenvolvimento a conscientização pública da da necessidade de prevenção da rápida degradação ambiental, em face do progresso acelerado que considerava em seus projetos tão somente a relação custoxbenefício econômico. Ver Artigo “A Agreção Ambiental”.

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DAR FOLGA À NATUREZA

Felizmente o bicho homem parece começar a compreender que são infinitas as possibilidades de negócios no campo das reciclagens e das reutilizações de resíduos.
Não por que ele seja um preservacionista de carteirinha e sim porque já começa a haver uma consciência de que certas reciclagens e reutilizações de resíduos são um bom filão de dinheiro e ainda que muita coisa ainda existe para ser “bolada” nesses imensos campos. Ver Artigos “Férias para Fábrica Natureza” e "Os 3R's e o Lixo".

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DIREITO AMBIENTAL

Sabemos que o dano público contra o meio ambiente (que é bem de uso comum do povo) atingindo um número indefinido de pessoas é de natureza difusa e pode ser cobrado por Ação Civil Pública. Não sabemos, nós a maioria dos mortais, como essa cobrança pode ser realizada.
Da mesma forma, como se utilizar das Ações Civis Comuns, típicas de danos individuais por poluição, como as poeiras nas casas, as bronquites causadas pela má qualidade do ar, os incômodos devidos aos cheiros, ruídos etc. Ver Artigo “Direito Ambiental

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ECOSSISTEMA INDUSTRIAL

O "ecossistema" industrial foi uma concepção que partiu de dois estudiosos da General Motors em 1989 e que visava exatamente fazer uma analogia com o ecossistema na acepção que o conhecemos, abordando o equilíbrio desejável (isto é, harmônico) entre energia, matérias primas, produtos e resíduos, próprios de uma indústria de transformação.
Nessa convivência harmônica, o tal "ecossistema" industrial deveria otimizar o consumo de energia e de matérias primas, deveria minimizar a geração de dejetos e ainda utilizar todos os efluentes gerados (dejetos, também) como matérias primas no próprio processo ou, na impossibilidade, em outro processo, industrial ou não, a fim de que se pudesse produzir sustentavelmente, tanto para o bolso do empresário, quanto para a Natureza. Ou seja, com economia de recursos naturais e energia, portanto, dinheiro. Vide Artigo “Ecossistema Industrial

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ENCHENTES URBANAS

As regras básicas para amenizar as enchentes são duas: deixem as águas correr ou não deixem as águas correr, conforme os diversos casos. Se, contudo, tais regras forem aplicadas incorretamente, invertendo as situações, teremos o caos.
Deixar as águas correr se aplica aos escoamentos urbanos que tendem a inundar as áreas da cidade e, para que se possa deixar as águas correr, a idéia básica é livrar os caminhos das águas para que elas desapareçam o mais rapidamente possível. E o que impede que as águas escoem bem e rápido? São as obstruções e as curvas nos seus caminhos. Ver Artigo “Enchentes na Vila Santa Cecília”, "PET", "Águas de Março" e "Doença Mortal".

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TRANSGÊNICOS

Na realidade, as plantações se perdem muito devido às ervas invasoras e aos insetos e fungos devoradores, conhecidos com pragas. Dessa forma, as pesquisas da engenharia genética vêm buscando espécies transgênicas de vegetais que não sejam afetadas pelos herbicidas (para matar ervas invasoras) e resistentes aos praguicidas utilizados para matar as pragas e dessa forma, quantidades maiores de herbicidas e praguicidas podem ser empregadas, sem matar a vegetação que se deseja. Este é um ponto muito debatido pelos ecologistas, visto que o aumento da quantidade desses produtos afetará o meio ambiente.
O outro ponto controverso é que ervas e pragas, após algum tempo, podem se tornar resistentes aos seus venenos, demandando, com isso, dosagens maiores e ainda sugerindo que esses “cidas” venham parar na mesa do homem. Ver Artigo “Engenharia Genética e Trangênicos

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GUERRA PELA ÁGUA

O homem não resiste se privar de água por mais de 48 horas. Logo, ter água para a satisfação das necessidades biológicas é caso de vida para o homem e, nem por isso, ele pára de conspurcá-la.
A guerra pelo petróleo já é uma realidade. Toda vez que os países da OPEP fecham as torneiras, é um rebuliço mundial. A economia mundial sofre reflexos de imediato, todos sentimos nos bolsos.
Toda vez que há conflitos lá pelas bandas do Golfo Pérsico, os E.U.A. e aliados deslocam suas frotas guerreiras, visando proteger seus tradicionais fornecedores e resgauardar seus investimentos na região.
Da mesma forma que o grande filão de petróleo é aquela região, o grande filão de água doce está mesmo é por aqui. Ver Artigos “Guerra pela Água”, "A Água doce não é inesgotável", "A água doce e a Amazônia" e "Lei das Águas"

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LIXO – OUTROS COSTUMES

A dona de casa na região Flórida (U.S.A.), assim como em outros lugares dos E.U.A., utiliza-se muito do triturador de pia de cozinha. Ela joga ralo abaixo os restos de alimentos e os cortes dos vegetais usados no preparo das refeições e aciona o triturador, indo todo esse material ralo abaixo para a rede de esgotos. Aqui, isso seria um desastre para os nossos rios, visto que não tratamos nossos esgotos sanitários.
Nos lares existe uma lixeira na copa com um saco plástico onde todo material que a dona de casa considera não reciclável é lançado, bem como aqueles recicláveis como latas, vidros, plásticos etc. que ela tem "preguiça" de levar até um recipiente em sua garagem para esse fim.
Na garagem há uma cesta retangular azul destinada a receber jornais, papelões, revistas, garrafas, plásticos e latas. É o lixo "seco".
Quanto aos sacos de lixo da copa, esses são encaminhados a latões (de plástico), também na garagem, para serem colocados esses latões, bem como as cestas azuis do lado de fora da casa, em dias predeterminados para serem recolhidos, por caminhões diferentes. Ver Artigo “Relatório de Viagem

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MATA CILIAR

O Sol existe e portanto a fotossíntese. Devido aos nutrientes, ao Sol e ao solo úmido (água), aparece outro ecossistema importante denominado mata ciliar que, numa definição simplista, podemos dizer que é a vegetação que cresce junto às margens de um rio e ao longo delas.
Tal vegetação pode ser de porte médio em forma de árvores ou em forma de arbustos.
Geralmente, os rios de cava profunda dão árvores de maior porte e os de cava rasa dão árvores de menor porte e vegetações baixas, constituindo várzeas, porém, neste caso, a área de mata ciliar é mais extensa. Ver Artigo “Mata Ciliar

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PARTICIPAÇÃO POPULAR EM NOVOS PROJETOS

No Brasil, infelizmente, a comunidade só começa a participar em estágios muito adiantados de projetos, acabando por prevalecer interesses políticos e ou econômicos já previamente discutidos e decididos.
A rigor, a participação pública num projeto deve começar do início deste, através de publicações do empreendedor e órgãos públicos, além de discussões com órgãos representativos da sociedade, universidades etc.
Com esses procedimentos fica proporcionada a plena oportunidade de participação do público, auxiliando sobremaneira o levantamento dos problemas e dos valores locais, identificando características ambientais, sociais e econômicas relevantes.
Muitas vezes, a oposição pública a um determinado projeto decorre da má ou da falta de informações da comunidade sobre o mesmo. Ver Artigo “Novos Projetos e a Participação Popular

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MATERIAIS ESSENCIAIS

Pensemos o Planeta Terra como um grande armazém que tem, em estoque, os materiais essenciais para que a humanidade se mantenha viva.
O homem, abstraídas as tragédias naturais ou não, para se manter vivo e preservar sua espécie necessita, basicamente, de oxigênio, água, carbono, Sol e minerais. Digo basicamente porque tudo mais que o homem necessita provém daí.
Os vegetais, por exemplo, existem e se multiplicam graças ao carbono (em forma de CO2), da água (para fazer circular os nutrientes), dos minerais (que são os nutrientes) e do Sol (que fornece energia para que a fotossíntese aconteça).
Dos vegetais dependem inúmeros outros seres que alimentam o homem. Ver Artigo “O Grande Armazém”.

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O MEIO AMBIENTE E AS INDÚSTRIAS

Hoje, as grandes empresas industriais dos países ditos adiantados, inclusive quando desenvolvem atividades em outros países, procuram zelar pelo seu bom nome, adotando como princípio inabalável o compromisso total com a questão ambiental, da mesma forma com que fazem com a qualidade. A regra é praticamente geral. Há como uma imposição que elas, cada vez mais têm que buscar a excelência no trato da questão ambiental, pois disso, com certeza, dependerá suas sobrevivências no mercado.
Já no Brasil, a regra ainda não vale tanto, visto que muitos ainda não alcançaram a percepção da necessidade de cuidar do meio ambiente, principalmente devido aos custos inerentes e também porque a consciência ecológica tem demorado um pouco mais de tempo para ser adquirida. Ver Artigos “Gerenciamento Ambiental na Indústria” e "Ecossistema Industrial".

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BIODIVERSIDADE AMEAÇADA

Dá para comemorar! A pressão popular travou a irracional intenção de reformular o Código Florestal Brasileiro, mas não devem ser desaceleradas as vigilâncias sobre tentativas por outros caminhos, pois elas aparecerão disfarçadas sob outras capas. Já vem por aí outro Projeto de Lei.
O patrimônio ambiental em biodiversidade na Amazônia, no Cerrado, na Mata Atlântica e no Agreste Nordestino foi recentemente estimado por estudos do IBAMA, apoiado em diversas ONG's de caracter científico, em quatro trilhões de Reais. E olhem, aí não foi computado o valor da água doce disponível na Bacia Amazônia.
Nestes oito anos, após a ECO-92, o Brasil detém o triste título de campeão na devastação de florestas. Ver Artigos “O IBAMA e as Florestas”.

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AS DIFERENÇAS DE PADRÕES ECONÔMICOS

Revendo um pouco da História Universal dá para entender que os povos da antigüidade tinham tudo para serem absolutamente ou quase iguais no que se referia à satisfação de suas necessidades básicas. Não havia, praticamente, pobreza e nem riqueza, mas já existiam nesses povos indivíduos que se destacavam pela força ou por possuírem algo mais que a maioria não possuía.
Mas foi exatamente por faltar, para alguns desses povos, algo mais que a sua imaginação indicava para lhes dar maior conforto material, é que eles começaram a tentar conseguir dos outros povos bens e dinheiro, através de negociações ou domínio territorial. Iniciava-se, paulatinamente, o Imperialismo.
Para que houvesse sucesso nessa dominação, os dominadores começaram a se aculturar na exploração de recursos naturais e na fabricação de bens que facilitassem a dominação pelo comércio ou pela força.
Evidente que tal situação foi se avolumando com o decorrer dos tempos e também foram se aprimorando os métodos de dominação. Ver Artigo “Pobreza”.

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TERMELÉTRICA A CARVÃO IMPORTADO

Como todos sabemos, a responsabilidade de geração de energia elétrica saiu das costas do governo e passou para a iniciativa privada. Em outras palavras, passou-se à responsabilidade da iniciativa particular criar novas fontes de geração, colocando a nação num risco inimaginável de que, de repente se veja às voltas com a falta desse indispensável recurso para fazer face a todas as necessidades comuns dos cidadãos, bem como de novos projetos na área das indústrias.
Evidente é que o empresário que se lançar à criação de novas fontes geradoras há de querer ver lucro para o dinheiro que irá investir e também perspectivas de um negócio duradouro.
Sem incentivos fiscais e numa proposta muito inteligente, um grupo está se lançando a uma iniciativa inédita no Brasil, qual seja a geração de energia por usina termelétrica baseada em carvão importado. Ver Artigo “Termelétricas

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LAUDO PERICIAL

Dr. EDUARDO KUNZE BASTOS: Nas últimas décadas a preocupação com o meio ambiente tem aumentado, não só a nível mundial mas também no Brasil. Para ser mais breve basta citar o relatório da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento - Nosso Futuro Comum -, de 1987 e a Agenda 21, elaborada pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, de 1992. Nestes documentos estão expressadas as preocupações mundiais, bem como as nossas. No Brasil afora o interesse governamental, contamos ainda com a preocupação civil em geral e em especial das organizações não-governamentais (ONGs). Pela parte governamental temos em vários estados, por exemplo: os Promotores de Meio Ambiente e as Delegacias Especiais de Meio Ambiente. Assim sendo, cabe aos Institutos de Criminalística (ou correspondentes) preparar devidamente seus Peritos para elaborarem Laudos Periciais na Área Ambiental. Ver Artigo “Aspectos Técnicos da Perícia Ambiental

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RESÍDUOS COMPLICADOS

Dentre todos os resíduos que se quer reciclar, há aqueles que o grau de complicação é maior. Dentre estes podemos selecionar as pilhas (e baterias), os pneus e as lâmpadas fluorescentes, todos eles de grande consumo. Ver Artigo “Três Resíduos Complicados

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CRIME AMBIENTAL

No caso da agressão ambiental propriamente dita, para o julgamento do tipo impacto ambiental, antes mesmo de se medir sua intensidade,  há que se conhecer as diversas definições de impacto ambiental expressas nas diretrizes estabelecidas pelos órgãos de controle ambiental. Dessa forma, estará dado o primeiro passo para a apreciação da gravidade da agressão. A partir daí, o julgamento.
Quando da aplicação da penalidade, o conhecimento de duas definições também são muito importantes de se conhecer. O que vêm a ser as “Medidas Mitigadoras” e as “Medidas Compensatórias”, visto que há impactos irreversíveis, permanentes, de longo prazo, estratégicos, considerados dificilmente evitáveis ou de impossível conserto. Tais definições devem ser bem pensadas e levadas em conta quando se quer exigir a chamada recuperação de um dano ambiental. Ver Artigo “Penalidades por Crime Ambiental

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DIOXINA

Em Seveso, na Itália, em 1976, uma nuvem desse produto dizimou 50 mil animais e fez com que o Vaticano autorizasse mais de dois mil abortos. Pouco tempo depois, uma cidade na Alemanha, Rostatt, foi obrigada a remover todo o seu solo impregnado com esse produto, advindo de um alívio de pressão de uma caldeira de uma fábrica de hexaclorofeno. O hexaclorofeno, devido à pressão e a temperatura da caldeira, liberou dois quilogramas (em forma de nuvem que pairou por quatro dias sobre a cidade) de 2,3,7,8 tetracloro- dibenzo-para-dioxina (TCDD), tipo de dioxina considerada a mais violenta substância até hoje criada pela ação do homem. Ver Artigo “Dioxina – Um Alerta

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OS 3 R’s

A praticidade, que prefiro chamar de comodidade leva, às vezes, às criações tecnológicas que resultam cada vez mais no aparecimento de novos tipos de descartáveis.
Lembram-se dos cascos de vidro de refrigerantes que carregávamos para nos abastecer? Não fazem dez anos que foram abolidos de vez, cedendo lugar aos recipientes descartáveis de PET. O próprio vidro, quem diria, passou a aparecer nas embalagens de cerveja como descartável, talvez para competir.
Basicamente, existem duas grandes classes de descartáveis, que são aqueles produtos que se usam e que se jogam fora de imediato ou em curto prazo (caso das pilhas, por exemplo); a outra classe se constitui daqueles produtos que se usam por um tempo maior e se jogam fora, como exemplo, as lâmpadas, preparadas para durar pouco. Ver Artigos “Os 3 R’s e o Lixo” "Férias para Fábrica Natureza".

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PRESERVEM A ÁRVORE

A madeira é, sem dúvida, um bem precioso e por isso deve ser usada com parcimônia; serve para a confecção de peças com inúmeras finalidades, serve para confecção de papel; serve para ser queimada e gerar energia – neste caso a energia é aquela mesma oriunda do Sol quando do processo da fotossíntese...em outras palavras, a madeira nobre deve ser deixada para finalidades nobres e nesse caso, de alguma forma, o homem deve saber usá-la e compensar a Natureza pela sua utilização.
Sempre que possa ser descartado o uso da madeira através de sucedâneos, deve-se buscar tal alternativa. Vamos deixar nossas árvores em paz! Ver Artigos “Plantar mais e cortar menos” e "A Árvore".

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BAÍA DE GUANABARA OU RIO PARAÍBA DO SUL

Definitivamente, o nosso país é um tremendo gerador de papéis e de pouca ação. Aqui muito se debate, se planeja, se estuda, se compila. Não digo que tudo isso não seja necessário, afinal, os dados têm importância relevante para o conhecimento profundo do assunto e para embasarem providências.
Acontece que providências que “estão na cara”, desculpem a expressão, não são atacadas corajosamente e ficam em relatórios bonitos e coloridos ou nem desses façam parte, talvez por medo de que as soluções poderiam, com mais alguns estudos, ser melhores; dessa forma, no assunto degradação das águas, o tempo vai acelerando a gravidade da situação e a qualidade de vida, ou melhor, a saúde das populações vai aturando. Até quando?
Nessa questão de discutir o que é prioritário: tratar as águas da Baía de Guanabara ou as do Rio Paraíba do Sul, parece-nos que estas últimas saíram perdendo.  Ver Artigo “Rio Paraíba do Sul ou Baía de Guanabara?".

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SELO VERDE

Hoje, em tempo de congelamento de preços ( e salários), o brasileiro está atento às listas de preços que traz consigo ou que estão afixadas numa tabela em algum ponto da loja onde faz as suas compras. E não é só o preço, com o Código de Defesa do Consumidor, o produto comprado se faz acompanhar, agora, de outros detalhes, nunca dantes dados a conhecer, como origem, formulação, precaução, prazo de validade etc.
Não está longe o tempo em que os produtos a serem consumidos trarão informações de que eles não provieram às custas de um bem natural que foi degradado ou que seu uso ou sua embalagem, ou o resíduo que dele resultar, não irão causar malefício ambiental; e será justamente através dessas informações é que sobreviverão ou não as indústrias responsáveis pela fabricação do bem a ser comercializado. Ver Artigos “Selo Verde” e "O Mercado Global e a ISO Verde".

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ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS

Quando, repentinamente, escapou gás natural de um terminal da Petrobrás, a população do Aterrado, do Jardim Amália e arredores passou por um grande susto e começou a se indagar quais eram os reais riscos que estava correndo, em face da proximidade daquela instalação.
A sociedade cobrou e alguns segmentos técnicos da sociedade, entre esses o Sindicato dos Engenheiros, levaram à frente a cobrança. Foi quando surgiu, por parte da população, o conhecimento do que era uma APR, ou seja, uma Análise Preliminar de Riscos, obrigatória para quaisquer instalações que estocam, transportam ou que lidem, de uma maneira geral, com inflamáveis e produtos tóxicos. Ver artigos “Análise Preliminar de Riscos” e "Risco e Perigo"

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A GRADUAÇÃO NA ENGENHARIA AMBIENTAL

Muito se fala em cursos superiores de graduação destinados a formar profissionais em controle da poluição. Pela gama de conhecimentos envolvidos, esses cursos não passarão de uma grande mentira e servirão, isso sim, para criar mais um grande cartório onde, ao final, ao profissional graduado se dará o privilégio exclusivo de assumir projetos das mais diversas naturezas de controle ambiental. Apoiamos, isso sim, os cursos de nível superior voltados às extensões, mestrados e doutorados, sem que se dêem aos profissionais o direito exclusivo de atuarem na área ambiental. Por outro lado, o desenvolvimento da tecnologia, deve permitir o envolvimento de todos os tipos de profissionais e a especialização desses e se, em universidade, ser sempre a nível de pós graduação ou de extensão. Ver Artigo "A Tecnologia no Controle da Poluição".

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O CONTROLE DAS FONTES DE POLUIÇÃO

O avanço da tecnologia no controle da poluição acontece rapidamente nos países desenvolvidos e muito lentamente vai chegando aos menos evoluídos. As agressões ambientais, traduzidas pela poluição, nos países adiantados, vão sendo cuidadas todas ao mesmo tempo, desde as formas mais evidentes ate às mais complexas e nem tão visíveis como a poluição por óxidos de nitrogênio, que têm uma atenção especial e são cuidadas, todas, com igual rigor. Já, nos países menos evoluídos, uma das formas de poluição, que mais salta aos olhos, é a poeira na atmosfera, evoluída das chaminés e lanternins (telhados) das fábricas e de outras atividades, como sejam, o oxi-corte e as queimas diversas ao ar livre e essas formas ainda estão longe de serem cuidadas. Ver Artigo “Controle Ambiental”.

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O ENGENHEIRO E O MEIO AMBIENTE

O Artigo Primeiro da Lei 5194/66, que rege as profissões do engenheiro, do arquiteto e agrônomo, diz: "As profissões de engenheiros, arquitetos e engenheiros agrônomos são caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano que importem na realização dos seguintes empreendimentos: a) aproveitamento e utilização de recursos naturais; b) meios de locomoção e comunicações; c) edificações, serviços e equipamentos urbanos, rurais e regionais, nos seus aspectos técnicos e artísticos; d) instalações e meios de acesso à costa, cursos e massas de água e extensões territoriais; e) desenvolvimento industrial e agropecuário". Assim sendo, em outras palavras, as profissões citadas na Lei têm como base fundamental de atuação a transformação da natureza em vários níveis, para melhorar as condições de vida do homem. Nesse entender, esses profissionais têm tudo a ver com o desenvolvimento sustentável. Ver Artigos “Área Tecnológica e o Meio Ambiente”, "Anteprojeto" e "A Engenharia é culpada?".

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O EMPRESÁRIO E OS CUSTOS DO CONTROLE AMBIENTAL

A capacidade empresarial produtiva e empreendedora visa, quase que exclusivamente, a otimização dos lucros com o investimento nas atividades fins de sua empresas, em detrimento quase absoluto da questão ambiental, muitas das vezes pela não priorização dos recursos para projetos visando a defesa de um meio ambiente sadio. É a privatização dos lucros contra a socialização dos prejuízos. Outrossim, se houvesse uma observação abrangente e atenta do empresariado ao binômio custo x benefício ambiental, isso poderia levá-lo até a reservar uma fração do lucro em projetos ambientais, visando um retorno conveniente do investimento. A dificuldade aí, no geral, está na monetização dos benefícios, mormente se eles são indiretos, como sejam, o bem estar do trabalhador, os gastos com assistência médica, o absentismo inerente ao ambiente não sadio, a imagem da empresa junto à comunidade etc. Ver Artigos “A Agressão Ambiental” e "Ecossistema Industrial".